"A arte é uma magia que liberta a mentira de ser verdadeira" Theodor Adorno

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Doce Vingança de Nora Roberts

"Ninguém a conhecia. Nem mesmo Celeste compreendia plenamente os conflitos e dúvidas que a dominavam."
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Feérica, de Carolina Munhóz

"As fadas existiam porque humanos ainda acreditavam em sua existência. Violet decidiu que já era hora de mostrar que eles tinham motivo para isso."
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Especial de Aniversário de Clarice Lispector: A Hora da Estrela e Um Sopro de Vida

"Escrevo por não ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens."
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Biografia de Harrie Stowe

"Eu sinto que agora é o tempo em que mesmo uma mulher ou criança que sabem falar uma palavra de liberdade e humanidade é obrigado a falar..."
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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Especial 200 anos de Orgulho e Preconceito




   2013 é o ano de um dos maiores livros da literatura mundial: Orgulho e Preconceito. Por quê? É o ano em que completa 200 anos. (Na verdade fez 200 anos dia 28 de janeiro, mas para nós é comemorado o ano inteiro) E não foram 200 anos no ostracismo. De fato, O&P continua tão presente na mídia quanto quando foi escrito. São várias as adaptações para a TV, cinema e até para a internet, além, é claro, de diversas fanfics.   
Orgulho e Preconceito conta a história da família Bennet. A mãe Bennet está desesperada, pois tem cinco filhas e nenhum herdeiro, portanto, quando o marido morrer, a propriedade em que vivem vai para o parente homem mais próximo: Mr. Collins. Então é ontem que a Sra. Bennet quer casar suas filhas.



"É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro, de posse de boa fortuna, deve estar atrás de uma esposa." Sra. Bennet.




   Jane, Elizabeth, Mary, Kitty e Lydia Bennet são únicas, cada uma tem uma personalidade diferente. Jane é a mais velha e a moça mais cobiçada de todos. Ela é doce e gentil. Já Elizabeth, nossa heroína, é perspicaz, orgulhosa e inteligente. Não acredita em casamento sem amor. Mary é a clássica filha do meio: só quer estar no meio dos livros e é super fechada. Kitty faz tudo que a irmã caçula pede. Lydia seria o que descrevemos nos dias atuais como uma assanhada.


   Quando a família Bingley chega à cidade e aluga uma das casas mais caras da região, a Sra. Bennet parte na saga de casar suas filhas. Jane logo se encanta com o Sr. Bingley, que também demonstra interesse pela moça. Mas a irmã do rapaz e seu melhor amigo impedem que tal relacionamento se concretize. Inicia-se aí o começo do casal mais amado da literatura. Mr. Darcy é o nome do tal amigo. Logo de início, ele e Elizabeth se desentendem, os dois agem orgulhosamente e preconceituosamente para com os outros. No decorrer da história, vemos que ambos vão se conhecendo melhor, através de vários empecilhos e desencontros.  Os empecilhos recebem o nome de Mr. Wickham, Condessa Catherine de Bourgh, Caroline Bingley, e por aí vai.

   A história do livro é bem conhecida e todos sabem como termina. O gostoso de ler Jane Austen, é que podemos notar certa crítica aos costumes da época, especialmente no que diz respeito à conduta “aceitável” nas moças. A Elizabeth de Austen é independente, crítica, e feminista. Além de que os ataques de nervos da Sra. Bennet e os discursos eloquentes do Mr. Collins são um espetáculo à parte.

   Acho que o mais importante ainda é quando o casal principal se despe de seus preconceitos e pode ver claramente um ao outro.
Há muito mais que pode ser dito das obras de Jane Austen e de Orgulho e Preconceito, mas isso é assunto para outros posts. Fique no aguardo.

   Enquanto isso, visite o site da Jane Austen no Brasil:
janeaustenbrasil.com.br


Escrito por MsMitchell

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sexta-feira, 8 de março de 2013

George Sand, precursora do feminismo


   Hoje, com a considerável liberdade que temos, podemos dizer que somos capazes de tudo. É claro, a situação da mulher nem sempre foi assim. O movimento feminista, que se iniciou há uns duzentos anos e teve força durante a década de 1920, até hoje dá seus frutos, pois cada dia nota-se mais conquistas da mulher na sociedade. 
   Mas como é um blog sobre livros, vamos discutir a mulher, não qualquer mulher, mas uma escritora chamada George Sand. Estranhou o nome? Calma! Iremos explicar mais à frente. 
George Sand, em sua juventude
   Quando estudamos literatura, os nomes femininos importantes só começam a aparecer lá pela metade do século 19. Ou seja, com Jane Austen, as irmãs Brontë, Harriet Stowe... e por aí vai. Mas saiba que não é porque as mulheres não tivessem ideias ou não escrevessem bem, mas porque, assim como em outros setores da sociedade, a mulher devia deixar a ocupação de pensar para o ‘gênero superior’. Algumas das mulheres que não acreditavam nisso infelizmente tinham que publicar suas ideias, obras e artigos sob o pseudônimo de um homem. 
   Devido a isso, a justa homenageada deste dia da mulher se chama George Sand. 
  Considerada uma das precursoras do feminismo, George Sand na verdade era Amandine Aurora Lucile Dupin, baronesa de Dudevant, nascida em 1804 e falecida em 1876. 
   Ao perder seus pais cedo, ela é criada pela avó, que a manda para o convento. Lá, começa a criar pequenas peças de teatro para as amigas e essas são um sucesso. Na vida adulta conhece e socializa com várias personalidades famosas, tais como o músico Chopin (de quem se tornou amante), o poeta Alfred de Musset, a atriz Marie Durval e o escritor Jules Sandeau, que criou para ela o pseudônimo George Sand.  Dessas convivências, George Sand foi apresentada às ideias socialistas e liberais.   Defensora da emancipação feminina, a escritora usava trajes masculinos. Seus romances, geralmente idealistas, conquistaram as pessoas naquele começo de século 19. Entre as mais de cem obras, encontram-se os clássicos Indiana, Valentine, Lélia e A Pequena Fadette, único livro da autora no Brasil. A Pequena Fadette é a história de uma garota órfã pobre que se apaixona por um jovem rico e encontra obstáculos para o romance porque a família dele não a aceita, por sua pobreza e pelo estigma de ser considerada bruxa.
   A obra de George Sand foi bastante influente, chegando a inspirar escritores como Turguêniev e Dostoiévski.

"Nunca as mulheres são tão fortes do que quando se armam com as suas fraquezas."
George Sand

Escrito por MsMitchell 
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Vida de Escritor, entre livros e redes sociais



Já se perguntou sobre a rotina dos escritores? Ultimamente temos observado que escritores são pessoas normais, que participam de redes sociais, realizam entrevistas e estão sempre se conectando com o público pessoalmente. A ideia de que são reclusos e não sabem lidar com pessoas é ultrapassado. Agora, no mundo virtual intenso, os escritores conseguem divulgar mais suas obras e os leitores se apegam mais. Aqueles que dificultam seu acesso aos livros podem acabar se prejudicando. Leitores não querem se sentir sozinhos e o contato, mesmo artificial através da internet, diz muito sobre o próximo best seller.
        Pensando nisso, criamos este post sobre a rotina de alguns escritores que conseguem dividir o tempo entre os leitores e a escrita dos livros.

Nora Roberts

Fenômeno literário, Nora já escreveu mais de 200 livros desde 1979, quando ficou presa numa nevasca e começou a escrever seu primeiro livro (Irish Thoroughbred, publicado em 1981). Lançou livros também sob os pseudônimos Sarah Hardesty, Jill March e J.D. Robb. Ela afirma que escreve oito horas diariamente e que seu dia perfeito é quando não há interrupções durante esse tempo.
Nora começa o dia fazendo exercícios na piscina e no aparelho elíptico, depois entra na casa, no último andar, checa o e-mail e sites e, por fim, escreve suas magnânimas histórias. No meio do dia, quando já escreveu aproximadamente quatro ou cinco horas, checa novamente o e-mail e navega pela internet. Depois faz o jantar para ela e seu marido Bruce. Quando o livro está indo bem ou ela foi interrompida durante o dia, ainda escreve por outras horas à noite. Ou apenas fica lendo livros ou assistindo televisão com Bruce.

Nora Roberts, "America's favorite novelist", pelo The New Yorker

O talento de Nora já a fez permanecer por 100 semanas na lista de livros mais lidos do jornal norte-americano The New York Times, recebeu várias vezes os renomados prêmios Golden MedallionRita AwardQuill Awards e foi publicada em vários países.
No site da escritora é possível encontrar algumas dicas aos aspirantes a escritores, como: escreva o que gosta de ler, escreva todos os dias, crie esse hábito. Mas lembre-se de se divertir.


Lycia Barros

Com o primeiro livro lançado em 2010, A Bandeja — Qual Pecado Te Seduz? (primeiro romance gospel brasileiro), a escritora carioca Lycia Barros já coleciona fãs pelo Brasil. Com Tortura Cor-de-Rosa, de 2011, que teve sua primeira tiragem esgotada em apenas um mês de lançamento e foi adotado por escolas como livro paradidático, Lycia escreveu sobre Bullying e conseguiu trazer atualidade para os alunos — deficiência que observei durante anos no Ensino Público (principalmente).
Lycia Barros tem seu canal no Youtube, o Papo Literário, em que utiliza para, além de divulgar seus livros, falar sobre a construção de um bom romance. Aspirantes a escritores também podem cursar o Fábrica de Autores, que tem o objetivo de desenvolver a escrita e prepará-los para o mercado editorial.

Lycia Barros, a promessa da literatura nacional

O envolvimento de Lycia com o público é imenso. Sempre presente nas redes sociais trabalhando como ministradora dos cursos, porém não perde tempo para elaborar seu livro. Ela contou, numa entrevista ao blog Bookaholic em fevereiro de 2011, que logo que lançou A Bandeja e assinou contrato com a editora para uma coleção, passou a escrever todos os dias. “O primeiro livro eu escrevia quando dava”, confessa. Essa mudança na rotina pode ser observada em vários outros autores, mas Lycia já mostrou que não está na Literatura para brincadeiras.


Thalita Rebouças

Em 1974, nasceu no Rio de Janeiro a escritora mais animada do Brasil! Thalita Rebouças atingiu 1 milhão de livros vendidos até 2011 e fez seus livros viajarem a Portugal para espalhar a Literatura Brasileira. Ela é conhecida como a mais "animada" pois, no começo da carreira, ao observar na Bienal do Rio de 2001 as pessoas correrem direto para os autores mais conhecidos, teve que usar sua capacidade de lidar com o público de maneira inusitada: "Comecei a bater palmas, a fazer polichinelo, a brincar com quem passava na frente do estande e a anunciar o livro em altos brados, como um vendedor empolgado com seu produto. Logo juntou gente ao meu redor, rindo e escutando, e o livro passou a vender como água no deserto.", diz em seu site. Quando o livro Traição Entre Amigas passou a vender tão bem, Thalita mergulhou em tempo integral na vida de escritora. Passou a divulgar os livros fervorosamente e hoje é uma das autoras mais bem vendidas no Brasil.

Thalita Rebouças, a escritora mais animada do Brasil!

Em entrevista ao programa da Marília Gabriela, De Frente Com a Gabi, Thalita confessou que reserva as noites para escrever, momento em que o silêncio é profundo e não há interrupções de telefone e outros. Bem disciplinada, ela checa os e-mails e revisa os textos à tarde. As redes sociais são importantes para a análise de seu público alvo, que são adolescentes e jovens adultos.
Thalita Rebouças ministra um curso online para aspirantes a escritores. (Veja mais informações em seu site.)


Claro que faltam muitos escritores por aí para destacarmos aqui, mas talvez com o tempo consigamos. A importância de Nora Roberts, Lycia Barros e Thalita Rebouças não podem ser ignoradas. Com grande sucesso no Brasil, essas autoras inspiram jovens escritores e agradam muitos leitores.

Escrito por MsBrown
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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Como ser escritor no Brasil com formação profissional


Alunos desesperados tentando encontrar uma faculdade que seja a resposta para todos seus problemas, que concilie prazer com ótimas oportunidades de trabalho. Bem vindo ao segundo semestre de 2012 (para aqueles que ainda não decidiram o que fazer e esperam Bolsas de universidades).
Os sentimentos são simples, comuns. Todos com medo de fracassar, de estudar muito e mesmo assim não ter sucesso, ou não corresponder às expectativas dos pais. Mas o que fazer agora que o tempo parece expirar mais rápido?
Algumas carreiras exigem faculdades certas, outras, principalmente envolvendo as artes, se interessam apenas em refinar o talento natural dos indivíduos. Quem, por exemplo, tem o sonho de ser escritor, dificilmente encontrará universidades brasileiras com o propósito de formar bons escritores. Daí se deparam com as milhares opções de cursos, e não conseguem decidir apenas um, já que seu sonho não parece prioridade para o Brasil. Acabam optando por Letras, Editoração, Estudos Literários, Formação de Escritor e esperam ter suas expectativas saciadas.
Observando comentários de alunos de Letras, as opiniões sobre o curso são diversas. Uns afirmam que a maioria de seus colegas não tem gosto por literatura e acabam desistindo. Outros adoram o curso e dizem que passaram a ler e a escrever mais, porém a universidade tem muito a melhorar. E sobram aqueles que, num discurso apaixonado, declamam que Letras não tem o objetivo de formar escritores e sim professores.
Não temos informações sobre o curso Editoração (USP) ou Estudos Literários (Unicamp). São novos no mercado e mais voltados ao entendimento das obras literárias e produção de texto. Formação de Escritor, curso da Puc do Rio de Janeiro, aparentemente é o único do país a se voltar especialmente para escritores, mas a localização e a escassez de unidades talvez sejam fatores desanimadores para aqueles que gostariam de cursar.
Mas é claro que para ser escritor, o básico é ter paixão pelos livros e pela construção literária. Um fato simples é que muitas pessoas podem escrever, mas apenas algumas são escritores. Agora paramos num momento em que esses alunos desesperados se perguntam se vale a pena investir na carreira de escritor apostando nesses cursos ou se é melhor pular para as faculdades que não tenham nada a ver com o hobbie.
No fundo, realmente o que importa é continuar praticando aquilo que ama, independente do Ensino Superior. Se sua intenção é fazer dinheiro, dificilmente lançar livros te levará a uma vida financeira estável. As pessoas dão valor em pessoas que tem paixão pelo que faz. Então, o primeiro conselho é: não se deixe cegar pensando que de cara vai virar best-seller.
E se, no final, optar por faculdade que não condiz com seu hobbie, não quer dizer que parará de escrever. Aliás, terá mais conhecimentos a ponto de poder possuir, dependendo do ramo que seguiu, uma carreira estável. Sobrará tempo para a escrita de algumas palavrinhas a cada dia. Caso não sobre, faça o tempo.
E assim conseguiremos resolver nossas dúvidas ao longo de 2012.

Para auxiliá-los, o Guia doEstudante oferece teste vocacional. No site também é possível encontrar, além de resumos de diversas matérias, resumos sobre cursos — incluindo piso salarial do atuante. Está em dúvidas ainda? Respire fundo, analise suas notas da escola e risque as que você não costuma ir bem. O restante pode dizer algo mais sobre o que te interessa realmente. Não deixe de analisar os conteúdos do Enem que te favoreceram: algumas universidades exigem determinada nota em determinado conteúdo para contar no seu ingresso.
Não se desespere. Se este não for seu ano, muitos outros virão.
Mas não sou dona da verdade. Pesquise outras opiniões também.


Escrito por MsBrown

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A indústria cultural e os efeitos no mercado editorial



Quando Theodor Adorno, no início do século passado, lançou o conceito de Indústria Cultural, ele estava falando de algo que se tornaria identidade do mundo ocidental. Para quem não sabe, Indústria Cultural é um termo da sociologia, mas que muitos outros estudiosos utilizam, que prevê a transformação dos bens culturais e artísticos em mercado, produto.


Tal conceito atingiu grande parte das produções da sociedade, o cinema, a música, as artes plásticas, e também o mercado editorial. Um bom exemplo do fenômeno é a transformação de qualquer bestseller em filme. Sabemos que a sétima arte nunca foi tão criativa na hora de criar boas histórias e sempre teve como recurso livros, lendas, óperas, balés...Mas atualmente isto alcançou números absurdos. Basta um livro virar bestseller, ser comentado nas redes sociais e na mídia, logo ouvimos falar de uma adaptação lá pelas bandas de Hollywood. 


É claro, o problema não é ter um filme adaptado de um livro, mas a qualidade desse geralmente é inferior e desaponta vários dos que pagam para assistir a obra favorita na tela. Do filme fazem posteres,  canecas, bottons, imprimem novas edições do livro com a capa da película (fazendo ligá-lo automaticamente ao filme, não deixando espaço para você constituir os personagens)  e tudo se transforma apenas numa forma de ganhar mais e mais dinheiro. 

Claro, o inverso também ocorre. Filmes que fazem sucesso, são transformados em livro, álbuns, 'biografias' vide  Don't Stop Believing: A Unofficial Guide to Glee. 


O maior exemplo de Indústria Cultural que vi nos últimos anos foi uma edição de O Morro dos Ventos Uivantes, lançado em 2009 cuja capa trazia a seguinte informação: 'o livro preferido de Bella e Edward'. Sei que tal informação trouxe novos leitores para este clássico da literatura universal, mas o fato de aproveitar um sucesso juvenil para alavancar as vendas de outro livro me parece um tanto aproveitador. Acredito que todos os que leram Crepúsculo já haviam ficados curiosos para ler o livro de Emily Brontë, a publicidade de Stephanie Meyer já é boa o suficiente para chamar a atenção.


Claro não sou radicalista contra esse fenômeno,  apenas não aceito seus absurdos. Não tenho nada contra adaptações, afinal meu filme e livro favoritos é um exemplo de Indústria Cultural. ...E o vento levou foi um fenômeno editorial em sua época, não tendo demorado muito para ir as telas e ser uma das maiores bilheterias da História. Apenas acredito que devemos refletir um pouco antes de consumir todos esses aparatos que nos é fornecido e investir com a certeza de que aproveitaremos o produto.


(da esquerda) Capa da primeira edição, poster do filme, capa das edições atuais



Escrito por MsMitchell

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